Sobre esse Diário


*Esse Blog é destinado àqueles que sentem o mundo “invisível”.
*Esse Blog é um diário de um homem comum que se permite pensar sem se importar com o persistente sistema de referência que poderia impedir o verdadeiro pensamento livre.
*Esse Blog tentará ligar o comum ao incomum, tentará desmistificar o místico, sem que este perca seu teor maravilhoso.
*Esse Blog não tem a intenção de esclarecer, mas de fazer pensar; com isso, tornar possível o ato do ‘questionar o aparentemente óbvio’.
*Esse Blog é um conjunto de textos e imagens variadas com o intuito de ilustrar uma idéia mais intrínseca no que se refere à existência. Contudo não é a intenção do autor ter a prepotência de afirmar definitivamente nada que corresponda a tudo que possa se referir ao ato de existir, viver, pensar ou crer. A intenção é unicamente divagar sobre esses mesmos temas, de modo que se possa levar ao ‘pensar livre’.
*Cada texto e ilustração aqui postados são de autoria de Suzo Bianco, e tem o intuito de relacionar ou expressar conceitos do que é denominado ‘mundo invisível’. Mundo invisível, nesse caso, é a realidade primária, aquela que é confundida com o que ‘não existe’ ou ‘fantástico’. Trata-se, no entanto, de perspectiva diferenciada. “Ver brilhos nas folhas, ao invés de ‘apenas’ orvalhos.” Mesmo sabendo do que são feitos ou como são formados.
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sábado, 18 de fevereiro de 2012

Tradução do ? para o Português

“...borbulhar barulhento do riacho violento, embrenhado bem no mato, flores foscas meios as robustas ostras, meio abertas, e sem pérolas, não calam o vento, que alentado, trás mais sons e cantos oriundos dos seres mágicos, sedutores, do coração do bosque verde do Dono Fauno encantado...”

 

Primeiro sopro ouviu-se:

“Querem tema para o poema.
Poesia temática matemática...
Poema não tem nenhum tema
Nem solução ou problemática...
Temática
Cartesiana
Poética!
Poetizando mecânica ela só tenta,
Sem conseguir fato, dizendo nada!”


Segundo pipilar distinguiu-se:

“...morri de medo quando nasci e chorei calado as minhas angústias, mas meu calor foi-me cobrado e meus pulmões ganharam ar nas alturas...
Eh...
Foi assim que aprendi a voar.”


Terceiro ronronar escutou-se:

“Meus olhos já não reconhecem nada...
Meus olhos só conseguem ver o Sol.
Refletido em cada coisa ao meu redor,
Enquanto à noite tenho somente a versão iluminada da Lua.
Permaneço-me cego.
No útero da Terra...
Vagante errante, desde cedo, nessa mística caminhada eterna...”


Quarto áspero chiado...:

“Faço poema difícil
No difícil fazer do fato
Fazendo-o por puro vício
O difícil é fazê-lo fácil!”


Quinto sinal metálico, do sino, veio:

“Você esnoba quem lhe gosta em segredo?”



suzo bianco

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