Sobre esse Diário


*Esse Blog é destinado àqueles que sentem o mundo “invisível”.
*Esse Blog é um diário de um homem comum que se permite pensar sem se importar com o persistente sistema de referência que poderia impedir o verdadeiro pensamento livre.
*Esse Blog tentará ligar o comum ao incomum, tentará desmistificar o místico, sem que este perca seu teor maravilhoso.
*Esse Blog não tem a intenção de esclarecer, mas de fazer pensar; com isso, tornar possível o ato do ‘questionar o aparentemente óbvio’.
*Esse Blog é um conjunto de textos e imagens variadas com o intuito de ilustrar uma idéia mais intrínseca no que se refere à existência. Contudo não é a intenção do autor ter a prepotência de afirmar definitivamente nada que corresponda a tudo que possa se referir ao ato de existir, viver, pensar ou crer. A intenção é unicamente divagar sobre esses mesmos temas, de modo que se possa levar ao ‘pensar livre’.
*Cada texto e ilustração aqui postados são de autoria de Suzo Bianco, e tem o intuito de relacionar ou expressar conceitos do que é denominado ‘mundo invisível’. Mundo invisível, nesse caso, é a realidade primária, aquela que é confundida com o que ‘não existe’ ou ‘fantástico’. Trata-se, no entanto, de perspectiva diferenciada. “Ver brilhos nas folhas, ao invés de ‘apenas’ orvalhos.” Mesmo sabendo do que são feitos ou como são formados.
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Anotação 01: sobre 'Cores'

As Cores: Poderia dizer mais sobre isso, porém tenho que me conter no foco desse Blog. É bem possível que a maioria saiba muito sobre (a) Luz. Ou a famosa luz solar que a todos nós ilumina. A bem conhecida luminosidade solar quase totalmente invisível (e só não o é completamente, porque podemos enxergar ou reconhecer uma minúscula fração, que chamamos de espectro luminoso. Ou ainda, as sete cores). Violeta, anil, azul, verde, amarelo, laranja e vermelho (e seus tons), o branco luz é a junção delas e o negro a ausência. Esta pequena faixa reconhecível da luz solar nos dá a possibilidade de, quando refletidas pela matéria ao nosso redor e bem captadas pelo nosso sistema ocular, ver. Bem... Ver aquilo que nossa mente consegue perceber e conceber, mas isso seria outra história... Embora possa parecer apenas 'bonito', o uso das cores sobre o fundo negro em alguns 'posts' desse Blog metaforiza a habilidade de nossa mente conceber formas e formular informações, por mais que pareçam de início desconexas, usando apenas uma limitada informação luminosa (de cores), ou noção divina (interpretação dos reflexos), ou dê-se o nome que quiserem a essa condição... O importante é que a verdadeira informação sempre nos parece oculta... O que vemos é sempre uma pequena parcela do que, de fato, pode existir no Universo ao nosso redor, em todos os sentidos.
O que enxergamos é a junção de: Reflexo da matéria, sendo esse reflexo relativo à capacidade ocular do observador; Interpretação simbólica, ou seja, a informação que temos sobre o observado, o que significa; Interpretação intrínseca, aquilo que julgamos ser o observado, independente das informações que já temos a respeito do objeto de observação; Nome, a informação contida no nome/nomeação daquilo que é observado, levando em conta que a variação desse entendimento é proporcional ao quanto se sabe sobre o significado do nome. Ex.: Saber que tal coisa chama-se ‘pedra’ não necessariamente leva-se a crer que se saiba o que é.

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