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http://pt.wikipedia.org/wiki/P%C3%A3_(mitologia)
Poema
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Depois do Outono
E na verdade sinto
Que nunca mais voltou.
Nem depois do outono
Que caiu...
Após os suspiros
Que nem me lembro mais se um dia existiram.
Varreram-se as ruas,
As folhas...
A correnteza ficou,
A azulada versão do mundo
Junto...
Debaixo do travesseiro.
Onde as luzes do carnaval
Gotejam diante dos meus olhos...
Mas se esse sonho pudesse-se melhor
Eu não sentiria as asas da amarga ventania a me sacudir,
De onde tento me excluir
Esquecendo minhas lembranças...
Mas na verdade sinto que nunca mais voltou.
Nem depois do outono
Que caiu...
Após os suspiros
Que nem me lembro mais se um dia existiram.
Hoje as nuvens me cegam
Meus pés me levitam
Meu corpo se rende à imaginação...
À azulada versão do mundo
Juro... Acima da minha terra
Onde não há tenda nem mágicos
Não há palmas nem magos
Nem músicas de realejos encantados
Nem pássaros enigmáticos
Após aqueles antigos suspiros
Não houve mais nada...
E na verdade apenas sinto que nada mais voltou.
Nem depois do outono
Que caiu...
Após os suspiros
Que nem me lembro mais se um dia existiram...
suzo bianco

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